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Mercados globais iniciam o dia em tom construtivo, com ouro em disparada e bolsas asiáticas em alta. No Brasil, declarações do presidente do Banco Central sobre o Pix e tarifas comerciais entram no radar, assim como projeção do MDIC para o superávit de 2026. Investidores monitoram o comportamento do câmbio diante do enfraquecimento do dólar no exterior.
O ouro avança com força em meio à fraqueza do dólar, enquanto bolsas asiáticas e europeias operam em alta. No Brasil, atenção se volta para sinal da Fazenda sobre possível intervenção no mercado de títulos públicos e para o último dia de Lula antes das restrições eleitorais.
O dia começa com exterior favorável: bolsas asiáticas e europeias em alta, dólar em queda e ouro disparando. No front doméstico, declarações do Bank of America sobre a Selic e o apetite estrangeiro pelo Brasil ganham destaque, assim como um catalisador regulatório que colocou a Vale no radar do mercado.
Os mercados globais iniciam o dia com sinais mistos: enquanto Europa e Ásia fecharam em alta, os futuros americanos se dividem entre ganhos no Dow e perdas no Nasdaq. No Brasil, as negociações tarifárias com os EUA e a postura do governo sobre o Pix dominam a agenda política e podem influenciar o humor do mercado cambial.
Os contratos futuros de petróleo encerraram a sessão de quinta-feira em leve alta, revertendo quedas registradas no início do pregão. O movimento ocorre em meio a relatos de avanço nas negociações diplomáticas entre Estados Unidos e Irã, mediadas pelo Catar, e à retomada do fluxo de exportações pelo Estreito de Ormuz.
As taxas dos contratos de DI futuro fecharam em alta, revertendo a trajetória de queda observada no início do pregão. O noticiário eleitoral doméstico e um leilão robusto de títulos do Tesouro Nacional pesaram sobre os vértices da curva de juros. O movimento ocorreu na véspera do feriado norte-americano, o que contribuiu para menor liquidez nos mercados internacionais.
O petróleo encerrou o pregão com leve valorização após o avanço das negociações entre Estados Unidos e Irã contribuir para a redução dos prêmios de risco geopolítico embutidos na commodity. Apesar do alívio parcial, o mercado segue atento às tensões no Estreito de Ormuz, rota estratégica para o escoamento global de petróleo. O cenário combina fatores de distensão e incerteza persistente, refletindo na volatilidade moderada dos contratos futuros.
O ouro fechou em alta após a divulgação do payroll americano abaixo do esperado, o que reduziu as apostas do mercado em um novo aperto monetário pelo Federal Reserve. O enfraquecimento do dólar e dos rendimentos dos títulos do Tesouro americano contribuíram para a valorização do metal. O movimento reflete a sensibilidade do ouro às expectativas sobre a política monetária dos Estados Unidos.