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  • Ibovespa abre em alta e dólar recua com exterior favorável no início do pregão

    Ibovespa abre em alta e dólar recua com exterior favorável no início do pregão

    Índice opera no campo positivo; moeda americana cede mais de 1% após sinalização do Fed e recuperação das bolsas em Nova York na véspera.

    Giro do Mercado | Manhã

    Giro do Mercado - BolsaNews

    30/07/2026 às 11h05

    O Ibovespa abriu o pregão desta sexta-feira em alta e mantém o campo positivo até o fechamento desta edição, às 11h05. O dólar, por sua vez, opera com recuo superior a 1% no mesmo intervalo, refletindo um ambiente externo mais construtivo após a sinalização do Federal Reserve e a recuperação das bolsas em Nova York na véspera, conforme apontou o Valor Econômico. O mercado americano ainda não havia aberto ao fim desta edição.

    Ambev frustra projeções e lidera as baixas

    As ações da Ambev figuram entre as maiores quedas do Ibovespa nesta manhã após a companhia divulgar resultados do segundo trimestre abaixo das expectativas do mercado, apesar de um lucro considerado forte em termos absolutos, conforme informou o InfoMoney. O movimento reflete a frustração com projeções que não foram alcançadas, reforçando a pressão vendedora sobre o papel na abertura.

    Ativo Variação Valor
    Ibovespa ▲ 0,25% 174.631
    Dólar ▼ 1,01% 5,065

    Às 11h05 (Horário de Brasília)30/07/2026

    Maiores Altas do Dia (Ibovespa)

    Ativo Variação Valor
    MOTIVA SA (motv3) ▲ 3,39% 14,64
    CEA MODAS (ceab3) ▲ 2,52% 9,350
    CYRELA REALT (cyre3) ▲ 2,36% 21,25
    AXIA ENERGIA (axia3) ▲ 2,30% 52,45
    REDE D OR (rdor3) ▲ 2,25% 34,57

    Maiores Baixas do Dia (Ibovespa)

    Ativo Variação Valor
    AMBEV S/A (abev3) ▼ 3,50% 15,43
    BRADESCO (bbdc3) ▼ 2,86% 15,60
    USIMINAS (usim5) ▼ 2,66% 8,060
    BRADESCO (bbdc4) ▼ 2,50% 17,91
    SANTANDER BR (sanb11) ▼ 1,40% 25,38

    Usiminas entrega resultado, mas mercado reage mal

    A Usiminas também aparece entre as quedas expressivas do dia, mesmo após entregar um resultado do segundo trimestre considerado em linha com o esperado. Segundo o InfoMoney, os sinais negativos para os próximos períodos pesaram na leitura do mercado, gerando pressão sobre as ações da siderúrgica ao longo da manhã.

    Bradesco e bancos pressionados por debate tributário

    O setor financeiro opera em queda nesta sessão, com Bradesco e Santander entre os destaques negativos. O movimento ocorre em meio ao debate sobre o novo imposto de dividendos, tema que ganha relevância após o InfoMoney reportar que carteiras isentas podem render menos do que as tributadas no novo cenário regulatório, aumentando a incerteza sobre a estrutura de remuneração ao acionista.

    Exterior favorável sustenta a alta do índice

    No plano externo, o Valor Econômico destacou que as bolsas de Nova York ensaiavam recuperação na véspera, impulsionadas pelo setor de tecnologia, após a sinalização do Fed. Esse pano de fundo contribui para o tom positivo do Ibovespa nesta abertura, com o dólar cedendo terreno frente ao real e os juros futuros também recuando, segundo o mesmo veículo.

    A sessão segue monitorada de perto, com o fluxo de balanços corporativos e a abertura do mercado americano, prevista para as 10h30 (horário de Brasília), como próximos catalisadores para a definição do rumo do Ibovespa e do dólar ao longo da tarde.

    Editorial BolsaNews

  • PIB e PCE dos EUA no radar; BOJ decide juros e Ambev lucra 24,5% a mais no 2º tri

    PIB e PCE dos EUA no radar; BOJ decide juros e Ambev lucra 24,5% a mais no 2º tri

    Ambev reportou lucro de R$ 3,47 bi e anunciou R$ 1,1 bi em proventos; Vale divulga balanço hoje; BOE também decide taxa no Reino Unido.

    Radar da Bolsa - BolsaNews

    30/07/2026 às 07h00

    O investidor brasileiro começa a quinta-feira diante de uma das agendas mais densas do mês: EUA publicam o PIB avançado do segundo trimestre e o índice de preços PCE, referência preferida do Fed para inflação,, enquanto Banco do Japão e Banco da Inglaterra anunciam suas decisões de juros. No front corporativo doméstico, os resultados da Ambev animaram o pré-mercado, e o balanço da Vale é aguardado ao longo do pregão. As bolsas globais operam majoritariamente em alta, com Europa e Ásia no positivo, oferecendo um pano de fundo favorável, embora os dados americanos possam redefinir o tom.

    Ambev surpreende com lucro e distribui proventos

    A Ambev reportou crescimento de 24,5% no lucro líquido do segundo trimestre, atingindo R$ 3,474 bilhões, segundo o Valor Econômico. A companhia também anunciou R$ 1,1 bilhão em proventos, conforme informou o InfoMoney. O resultado positivo coloca as ações ABEV3 sob atenção do mercado no pregão desta quinta, em um dia que já conta com pressão de agenda macro relevante.

    Ativo Variação Valor
    Dow Jones Futuros ▲ 0,19% 51.929
    S&P Futuros ▲ 0,13% 7.384
    Nasdaq Futuros ▲ 0,12% 27.554
    Euro Stoxx 50 ▲ 0,69% 6.288
    FTSE 100 ▲ 0,53% 10.955
    Nikkei 225 ▲ 0,71% 61.867
    Hang Seng ▲ 0,20% 25.859
    Shanghai ▼ 0,66% 3.805
    DXY (Dolar Index) ▼ 0,17% 100,78
    Ouro ▲ 0,35% 4.128
    Petroleo Brent ▲ 1,40% 90,75
    Bitcoin ▲ 0,92% 64.484
    T-Note 10 anos (yield) ▲ 0,39% 4,622

    Às 07h00 (Horário de Brasília)30/07/2026

    Vale na fila: balanço do 2º tri é aguardado hoje

    A Vale divulga seu resultado do segundo trimestre de 2026 ao longo do dia, e o mercado monitora de perto o desempenho da mineradora em meio à volatilidade do minério de ferro e às incertezas sobre a demanda chinesa, refletidas na queda da bolsa de Xangai nesta madrugada. Conforme o InfoMoney, o balanço da Vale é um dos eventos corporativos mais aguardados da semana, e a leitura dos números deve influenciar o comportamento das ações VALE3 e do Ibovespa ao longo do pregão.

    PIB e PCE dos EUA: duplo teste para o dólar e os juros

    Os mercados globais aguardam a divulgação do PIB avançado americano do segundo trimestre e do Core PCE, a medida de inflação preferida do Federal Reserve. Os dois indicadores chegam em conjunto num momento em que o mercado debate o ritmo de cortes de juros pelo Fed. Um PCE acima do esperado pode reacender a pressão sobre os yields dos Treasuries, que já operam em alta, e impactar o comportamento do dólar e dos ativos emergentes, incluindo o real.

    BOJ e BOE decidem juros; Europa reage positivamente

    O Banco do Japão anuncia sua decisão de política monetária nesta quinta, acompanhado do relatório de perspectivas e da declaração de política, evento de alta relevância após o ciclo de normalização iniciado pelo banco central japonês. O Banco da Inglaterra também divulga sua decisão de taxa e o governador Bailey fala ao mercado. As bolsas europeias reagem positivamente ao contexto, com o Euro Stoxx 50 e o FTSE 100 operando em alta, enquanto o ouro segue em trajetória ascendente, renovando patamares elevados.

    Agenda Econômica do Dia

    • [Zona do Euro] German Prelim CPI m/m (impacto: Medium)
    • [Zona do Euro] German Prelim GDP q/q (impacto: Medium)
    • [Zona do Euro] Italian 10-y Bond Auction (impacto: Medium)
    • [Reino Unido] BOE Monetary Policy Report (impacto: High)
    • [Reino Unido] Monetary Policy Summary (impacto: High)
    • [Reino Unido] MPC Official Bank Rate Votes (impacto: High)
    • [Reino Unido] Official Bank Rate (impacto: High)
    • [Reino Unido] BOE Gov Bailey Speaks (impacto: High)
    • [EUA] Advance GDP q/q (impacto: High)
    • [EUA] Core PCE Price Index m/m (impacto: High)
    • [EUA] Advance GDP Price Index q/q (impacto: Medium)
    • [EUA] Unemployment Claims (impacto: Medium)
    • [EUA] Natural Gas Storage (impacto: Medium)
    • [Japao] Tokyo Core CPI y/y (impacto: Medium)
    • [Japao] BOJ Policy Rate (impacto: High)
    • [Japao] Monetary Policy Statement (impacto: High)
    • [Japao] BOJ Outlook Report (impacto: High)
    • PNAD Continua Mensal (desocupacao) Divulgacao hoje (fonte: IBGE).

    Com uma agenda que reúne decisões de dois bancos centrais de peso, os principais indicadores macroeconômicos americanos e balanços relevantes no mercado doméstico, a volatilidade ao longo do pregão pode ser significativa. Investidores acompanham de perto cada divulgação para calibrar expectativas sobre o ciclo global de juros, e seus reflexos sobre a bolsa e o câmbio brasileiros.

  • Ibovespa fecha em queda expressiva; siderurgia e bancos lideram perdas

    Ibovespa fecha em queda expressiva; siderurgia e bancos lideram perdas

    Índice recuou mais de 1,5% no dia; CSN despencou quase 8%, enquanto Petrobras e frigoríficos nadaram contra a maré

    Giro do Mercado | Noite

    Giro do Mercado - BolsaNews

    29/07/2026 às 21h01

    O Ibovespa fechou o pregão desta segunda-feira com queda superior a 1,5%, resultado de uma sessão marcada por forte pressão sobre siderurgia e bancos. O movimento ocorreu em meio a um dólar levemente mais fraco no dia, sem que isso fosse suficiente para ancorar o humor do mercado doméstico. As perdas foram disseminadas pelo índice, mas concentradas em nomes específicos de peso.

    CSN e Santander lideram as baixas do Ibovespa

    A Siderúrgica Nacional registrou a maior queda do índice no dia, com recuo próximo a 8%, enquanto Santander Brasil operou na segunda pior posição, cedendo mais de 7%. Sabesp e Azzas 2154 também figuraram entre as maiores perdas, com quedas superiores a 5%. O movimento reflete uma combinação de aversão a risco em setores sensíveis a crédito e câmbio, sem um catalisador isolado identificado para todas as quedas.

    Ativo Variação Valor
    Ibovespa ▼ 1,52% 173.885
    Dólar ▼ 0,18% 5,117

    Às 21h01 (Horário de Brasília)29/07/2026

    Maiores Altas do Dia (Ibovespa)

    Ativo Variação Valor
    PRIO (prio3) ▲ 2,89% 58,41
    PETROBRAS (petr3) ▲ 2,35% 47,51
    MARFRIG (mbrf3) ▲ 2,21% 16,66
    PETROBRAS (petr4) ▲ 1,92% 42,00
    MINERVA (beef3) ▲ 1,76% 3,470

    Maiores Baixas do Dia (Ibovespa)

    Ativo Variação Valor
    SID NACIONAL (csna3) ▼ 7,80% 5,200
    SANTANDER BR (sanb11) ▼ 7,37% 25,63
    SABESP (sbsp3) ▼ 5,87% 26,61
    AZZAS 2154 (azza3) ▼ 5,83% 16,15
    DIRECIONAL (dirr3) ▼ 4,73% 11,09

    Petrobras e frigoríficos sustentam as maiores altas

    Na ponta positiva, PRIO liderou os ganhos do Ibovespa, seguida pelas duas classes de ações da Petrobras e pelos frigoríficos Marfrig e Minerva. O desempenho do setor de proteínas animais pode refletir o ambiente de câmbio e demanda externa, enquanto o avanço das petrolíferas acompanhou o comportamento dos preços do petróleo no mercado internacional ao longo do dia.

    Bradesco anuncia aumento de capital bilionário

    Fora do pregão, mas com potencial de impacto nos próximos dias, o Bradesco anunciou um aumento de capital de até R$ 10 bilhões mediante subscrição privada, conforme informou o Valor Econômico. Segundo o InfoMoney, os controladores do banco vão subscrever até R$ 8 bilhões dessa operação. A movimentação representa um dos maiores eventos corporativos recentes do setor financeiro brasileiro e tende a ser monitorada de perto pelo mercado nas próximas sessões.

    Geração de empregos surpreende, mas perspectiva desacelera

    No campo macroeconômico, dados de geração de empregos superaram as estimativas em junho, segundo apuração do InfoMoney. O resultado positivo, no entanto, é temperado pela perspectiva de desaceleração nos meses seguintes, o que limita o otimismo com a atividade econômica e mantém o mercado atento aos próximos indicadores do mercado de trabalho.

    Com o pregão encerrado e o Ibovespa acumulando perda relevante na sessão, o mercado aguarda os próximos catalisadores, incluindo o desdobramento do aumento de capital do Bradesco e o fluxo de dados econômicos, para definir a direção nas próximas sessões. O ambiente segue de cautela.

    Editorial BolsaNews

  • Ibovespa fecha em queda com Fed; dólar cede levemente

    Ibovespa fecha em queda com Fed; dólar cede levemente

    Treasuries de 30 anos atingem maior nível desde 2007 após manutenção dos juros americanos, pressionando bolsas globais e derrubando Wall Street mais de 2%.

    Fechamento de Mercado - BolsaNews

    29/07/2026 às 18h30

    O Ibovespa fechou em baixa acentuada, na mínima do dia, após o Federal Reserve manter a taxa de juros nos Estados Unidos e os rendimentos dos Treasuries dispararem para patamares não vistos em quase duas décadas. O dólar terminou o dia com leve recuo frente ao real, em movimento dissociado da aversão ao risco predominante no exterior. O cenário externo hostil ditou o tom do pregão doméstico.

    Fed mantém juros e Treasuries disparam ao maior nível desde 2007

    O principal vetor de pressão do dia foi a decisão do Federal Reserve de manter os juros inalterados, que veio acompanhada de uma reação intensa nos mercados de renda fixa americanos. Conforme informou o InfoMoney, os Treasuries de 30 anos atingiram o maior nível desde 2007, elevando o custo de oportunidade global e deslocando capital de ativos de risco. O movimento contaminou bolsas ao redor do mundo, com Wall Street registrando forte baixa: o Dow Jones recuou mais de 2% e o S&P 500 acompanhou as perdas em escala similar.

    Ativo Variação Valor
    Dólar ▼ 0,18% 5,117
    Ibovespa ▼ 1,52% 173.885
    Dow Jones ▼ 2,19% 51.594
    S&P 500 ▼ 1,52% 7.316
    Nasdaq ▼ 1,74% 24.443
    Stoxx 600 ▼ 0,33% 645,01
    FTSE 100 ▲ 0,34% 10.908
    Petróleo Brent ▲ 3,11% 90,54
    Bitcoin ▼ 0,55% 63.498
    T-Note 10 anos (yield) ▲ 0,39% 4,622

    Às 18h30 (Horário de Brasília)29/07/2026

    Petrobras sobe, Santander Brasil desaba: internos divididos

    No âmbito doméstico, o mercado operou com sinais mistos entre as ações de maior peso. Segundo o InfoMoney, as ações da Petrobras (PETR4) subiram cerca de 2%, sustentadas pela alta do petróleo Brent, que superou US$ 90 o barril acumulando valorização superior a 3% na sessão, e por dados de produção recorde da companhia. No sentido oposto, os papéis do Santander Brasil desabaram 7% após o banco reportar seu menor lucro desde 2023 no segundo trimestre, segundo o InfoMoney, pesando sobre o setor financeiro dentro do índice.

    Juros futuros locais sobem com pressão dos Treasuries

    A curva de juros brasileira não ficou imune ao estresse externo. Conforme apurado pelo Valor Econômico, os juros futuros (DIs) fecharam sem direção única, mas com altas leves, seguindo o movimento dos Treasuries americanos. O mercado de renda fixa doméstico absorveu parte do impacto, sem traduzir a pressão externa em um movimento mais abrupto, reflexo de uma dinâmica fiscal local que segue sendo monitorada de perto pelos participantes do mercado.

    Microsoft alivia, mas não sustenta Wall Street no positivo

    Do lado corporativo americano, a Microsoft divulgou resultados que superaram as estimativas de crescimento em sua divisão de nuvem, conforme reportou o InfoMoney, oferecendo um contraponto momentâneo ao pessimismo do pregão. O alívio, porém, não foi suficiente para reverter a pressão gerada pela combinação de postura cautelosa do Fed e Treasuries em alta, e as bolsas de Nova York mantiveram as perdas até o encerramento.

    O pregão deixa como herança um ambiente de maior cautela para as próximas sessões: a combinação de juros americanos elevados por mais tempo, rendimentos dos Treasuries em máximas históricas e volatilidade nos balanços corporativos tende a manter o apetite por risco comprimido. O mercado brasileiro acompanhará de perto qualquer sinalização adicional vinda do Fed, além do desdobramento dos resultados do segundo trimestre das empresas listadas na B3.

  • Ibovespa cede com pressão do Fed; dólar recua e PTAX fecha abaixo de R$ 5,10

    Ibovespa cede com pressão do Fed; dólar recua e PTAX fecha abaixo de R$ 5,10

    Dissidência no Fed e dívida pública brasileira de R$ 9,268 trilhões pesam no humor do mercado; petróleo sustenta petroleiras na contramão.

    Giro do Mercado | Tarde

    Giro do Mercado - BolsaNews

    29/07/2026 às 16h20

    O pregão desta tarde consolida um cenário de cautela: o Ibovespa segue em queda moderada, reagindo à decisão do Federal Reserve de manter os juros americanos, decisão que veio acompanhada de uma dissidência interna que aumentou a incerteza sobre o ritmo de afrouxamento monetário nos Estados Unidos. No câmbio, o dólar opera em queda, e a PTAX oficial do dia, referência para contratos e liquidações financeiras, fechou abaixo de R$ 5,10, refletindo o alívio pontual na moeda americana.

    Dissidência no Fed eleva incerteza sobre corte de juros

    O principal vetor de pressão sobre o Ibovespa nesta tarde é a postura do Federal Reserve. Conforme reportado pelo InfoMoney, o membro dissidente Kevin Warsh sinalizou que cinco anos de inflação acima da meta não podem ser revertidos em um único mês, segundo apuração do Valor Econômico. O movimento reforça a leitura de que o ciclo de cortes americanos pode ser mais gradual do que o mercado precificava, o que mantém o apetite por risco global em compasso de espera e penaliza bolsas emergentes como o Brasil.

    Ativo Variação Valor
    Ibovespa ▼ 0,69% 175.132
    Dólar ▼ 0,68% 5,091

    Às 16h20 (Horário de Brasília)29/07/2026

    Maiores Altas do Dia (Ibovespa)

    Ativo Variação Valor
    PRIO (prio3) ▲ 3,59% 58,61
    BRASKEM (brkm5) ▲ 3,35% 6,170
    COGNA ON (cogn3) ▲ 2,79% 2,210
    PETRORECSA (recv3) ▲ 2,67% 10,40
    PETROBRAS (petr3) ▲ 2,55% 47,54

    Maiores Baixas do Dia (Ibovespa)

    Ativo Variação Valor
    SID NACIONAL (csna3) ▼ 6,23% 5,270
    SANTANDER BR (sanb11) ▼ 6,12% 25,92
    AZZAS 2154 (azza3) ▼ 4,95% 16,31
    SABESP (sbsp3) ▼ 4,72% 26,87
    USIMINAS (usim5) ▼ 3,91% 8,350

    Petroleiras na contramão; siderúrgicas lideram perdas

    Dentro do Ibovespa, o setor de petróleo opera como exceção positiva no pregão. PRIO, Petrorecsa e Petrobras figuram entre as maiores altas do dia, movimento que encontra respaldo no cenário geopolítico: segundo o Valor Econômico, Trump e Netanyahu avaliaram todas as opções sobre o Irã, incluindo a possibilidade de ataque, o que mantém o risco de supply sob monitoramento e sustenta os preços do petróleo. No lado oposto, Sid Nacional e Usiminas registram as quedas mais expressivas do índice, refletindo o ambiente de aversão a risco e a sensibilidade do setor siderúrgico a juros altos e demanda global.

    Dívida pública e fluxo cambial negativo no radar fiscal

    O ambiente doméstico adiciona camadas de atenção ao mercado. Conforme o InfoMoney, a dívida pública federal brasileira avançou 2,61% em junho, atingindo R$ 9,268 trilhões. Paralelamente, o Banco Central revelou que o fluxo cambial total em julho, até o dia 24, acumula saída líquida de US$ 876 milhões, dado que reforça a vigilância sobre o câmbio mesmo em dias de queda do dólar. O Tesouro Nacional, por sua vez, sinalizou ao Valor Econômico que revisará o plano de financiamento da dívida para ampliar a fatia de títulos pós-fixados, movimento que reflete a estratégia de gestão de passivos em ambiente de juros elevados.

    Caged acima do esperado, mas mercado não reage com euforia

    Os dados do mercado de trabalho vieram positivos: o Caged registrou a criação de 145.161 empregos formais em junho, acima das expectativas, conforme informou o InfoMoney. O resultado indica resiliência da atividade econômica doméstica, mas o dado não foi suficiente para reverter o viés de baixa da bolsa nesta tarde, o que sugere que o fluxo externo e a postura do Fed seguem como fatores dominantes na formação de preço do Ibovespa no curto prazo.

    Com o pregão se aproximando do encerramento, o mercado monitora o fechamento dos índices americanos e o desdobramento do debate interno no Fed como principais sinalizadores para a abertura de amanhã. A volatilidade segue elevada, e os operadores de contratos futuros de índice e câmbio permanecem atentos ao comportamento do dólar futuro após o ajuste da PTAX e às repercussões da postura hawkish da dissidência americana.

    Editorial BolsaNews

  • Ibovespa recua abaixo dos 176 mil e dólar opera em queda com Fed no radar

    Ibovespa recua abaixo dos 176 mil e dólar opera em queda com Fed no radar

    Petrobras lidera altas impulsionada por petróleo acima de US$ 90; Santander despenca mais de 6% após balanço considerado fraco

    Giro do Mercado | Manhã

    Giro do Mercado - BolsaNews

    29/07/2026 às 11h06

    O Ibovespa abriu o pregão desta quarta-feira em território negativo, recuando abaixo dos 176 mil pontos logo nos primeiros minutos de negociação. Até o fechamento desta edição, às 11h05, o índice seguia em baixa moderada, enquanto o dólar operava com leve recuo frente ao real. O pano de fundo é de cautela generalizada: o mercado aguarda a decisão de juros do Federal Reserve, ainda esperada para o período da tarde, o mercado americano não havia aberto até o momento desta publicação.

    Petróleo acima de US$ 90 impulsiona Petrobras

    As ações da Petrobras figuram entre as maiores altas do Ibovespa nesta manhã, movimento diretamente ligado à escalada do petróleo no mercado internacional. Conforme informou o Valor Econômico, o Brent voltou a se aproximar de US$ 90 o barril, pressionado por tensões no Oriente Médio após ataques que levaram os Estados Unidos a sinalizar uma resposta. Segundo o InfoMoney, o petróleo acumula alta de cerca de 7% na sessão, combinando o fator geopolítico com dados de produção que reforçam o apetite pelo setor. A Petrobras, pela sua exposição direta ao preço da commodity, reage ao movimento de forma expressiva.

    Ativo Variação Valor
    Ibovespa ▼ 0,52% 175.435
    Dólar ▼ 0,36% 5,108

    Às 11h06 (Horário de Brasília)29/07/2026

    Maiores Altas do Dia (Ibovespa)

    Ativo Variação Valor
    PRIO (prio3) ▲ 3,66% 58,65
    COGNA ON (cogn3) ▲ 2,79% 2,210
    PETROBRAS (petr3) ▲ 2,72% 47,62
    PETROBRAS (petr4) ▲ 2,48% 42,17
    PETRORECSA (recv3) ▲ 2,37% 10,37

    Maiores Baixas do Dia (Ibovespa)

    Ativo Variação Valor
    SANTANDER BR (sanb11) ▼ 6,16% 25,91
    SID NACIONAL (csna3) ▼ 4,09% 5,390
    LOJAS RENNER (lren3) ▼ 2,96% 13,46
    B3 (b3sa3) ▼ 2,93% 15,59
    CURY S/A (cury3) ▼ 2,89% 29,21

    Santander despenca após balanço considerado fraco

    As units do Santander Brasil lideram as baixas do Ibovespa com queda superior a 6% até este momento, conforme apurado pelo Valor Econômico. O desempenho negativo reflete a recepção do mercado ao balanço mais recente do banco, avaliado como abaixo das expectativas. A reação é um dos vetores que pesam sobre o índice nesta sessão, arrastando também outros papéis do setor financeiro.

    Fed domina o cenário e segura apetite por risco

    A decisão de política monetária do Federal Reserve, prevista para esta tarde, mantém o mercado em compasso de espera e limita movimentos mais direcionais. O ambiente de incerteza sobre o ritmo de cortes de juros nos Estados Unidos contamina o humor global e contribui para o recuo do Ibovespa mesmo diante de notícias positivas em setores como o de petróleo. O dólar oscila sem tendência definida no período pré-abertura de Nova York, segundo o Valor Econômico.

    Bitcoin sobe para US$ 64 mil antes da decisão do Fed

    No cenário de ativos internacionais acompanhados pelo mercado brasileiro, o bitcoin opera em alta e se aproxima dos US$ 64 mil, conforme informou o Valor Econômico. O movimento ocorre mesmo com saídas registradas nos ETFs de bitcoin à vista nos Estados Unidos, o que sinaliza uma dinâmica de preço ainda sustentada por demanda spot. O ativo reage ao ambiente de expectativa em torno do Fed, que historicamente aumenta a volatilidade em criptomoedas.

    O pregão desta quarta-feira tem na decisão do Fed seu principal catalisador para as próximas horas. Até lá, o Ibovespa deve seguir operando de forma cautelosa, com os movimentos setoriais, petróleo e bancos em direções opostas, ditando o ritmo do índice. A abertura do mercado americano, a partir das 10h30 (horário de Brasília), trará novos elementos ao cenário.

    Editorial BolsaNews

  • Fed decide juros hoje; Nikkei recua mais de 1% e ouro dispara ao maior nível recente

    Fed decide juros hoje; Nikkei recua mais de 1% e ouro dispara ao maior nível recente

    Mercados aguardam FOMC Statement e coletiva de Powell; Santander Brasil reporta lucro recorrente de R$ 3 bi no 2T, queda de 17,6% na comparação anual.

    Radar da Bolsa - BolsaNews

    29/07/2026 às 07h00

    O investidor brasileiro chega a esta quarta-feira com atenção dividida entre o front doméstico e o externo. A decisão do Federal Reserve sobre a taxa de juros americana, acompanhada do comunicado e da coletiva de Jerome Powell, é o evento central do dia e deve balizar o humor dos ativos locais na segunda metade da sessão. No pano de fundo, a escalada geopolítica no Oriente Médio adiciona uma camada de incerteza que já se reflete nos mercados de commodities e de renda fixa global.

    Fed no centro do palco: Powell fala hoje

    O Federal Reserve divulga nesta quarta sua decisão sobre a taxa de juros, seguida do FOMC Statement e da coletiva de Jerome Powell, os três eventos de maior impacto na agenda do dia. O consenso do mercado aponta para manutenção dos juros, conforme reportou o InfoMoney, mas a atenção estará no tom do comunicado diante de dados econômicos mistos e da volatilidade recente do petróleo. Os futuros de Nasdaq operam com alta mais expressiva em relação ao Dow Jones, sugerindo algum alívio no segmento de tecnologia enquanto o mercado aguarda o desfecho.

    Ativo Variação Valor
    Dow Jones Futuros ▲ 0,12% 52.890
    S&P Futuros ▲ 0,54% 7.487
    Nasdaq Futuros ▲ 1,15% 28.037
    Euro Stoxx 50 ▼ 0,52% 6.259
    FTSE 100 ▼ 0,06% 10.873
    Nikkei 225 ▼ 1,41% 61.434
    Hang Seng ▲ 1,96% 25.808
    Shanghai ▲ 0,47% 3.828
    DXY (Dolar Index) ▲ 0,01% 101,33
    Ouro ▲ 1,83% 4.095
    Petroleo Brent ▼ 0,50% 87,37
    Bitcoin ▲ 1,23% 64.632
    T-Note 10 anos (yield) ▼ 0,80% 4,604

    Às 07h00 (Horário de Brasília)29/07/2026

    Geopolítica aquece ouro e pressiona petróleo

    O Irã atacou bases americanas e a Arábia Saudita se juntou aos EUA em ataques no Iraque, segundo informou o InfoMoney, intensificando o risco geopolítico no Oriente Médio. O ouro reage com forte alta, operando no maior patamar visto recentemente, enquanto o petróleo Brent recua, movimento que pode refletir tanto dúvidas sobre demanda quanto reposicionamento de portfólios em ativos de refúgio. O yield do Treasury de 10 anos recua, sinalizando busca por proteção na renda fixa americana.

    Santander Brasil: lucro cai 17,6% no segundo trimestre

    O Santander Brasil (SANB11) reportou lucro recorrente de R$ 3 bilhões no segundo trimestre, uma queda de 17,6% na comparação anual, segundo o InfoMoney. O resultado integra uma agenda densa de balanços nesta quarta, que inclui ainda Meta e Microsoft no exterior, papéis que podem influenciar o humor do segmento de tecnologia nas bolsas globais ao longo do dia.

    Nikkei recua; Kospi desaba com dúvidas sobre IA

    As bolsas asiáticas fecharam mistas, com destaque negativo para o Nikkei, que operou em queda superior a 1%, e para o Kospi sul-coreano, que recuou cerca de 6% em meio a incertezas sobre o setor de inteligência artificial, conforme reportou o Valor Econômico. O Hang Seng, por outro lado, registrou alta expressiva, impulsionado por papéis chineses. O movimento divergente na Ásia reforça o cenário de seletividade entre mercados emergentes e desenvolvidos neste início de sessão.

    Agenda Econômica do Dia

    • [Zona do Euro] German 10-y Bond Auction (impacto: Medium)
    • [EUA] Crude Oil Inventories (impacto: Medium)
    • [EUA] Federal Funds Rate (impacto: High)
    • [EUA] FOMC Statement (impacto: High)
    • [EUA] FOMC Press Conference (impacto: High)
    • [coletiva_empresarial] Abecip rejeita risco de excesso de oferta em imóveis após alta de estoques em SP: Entidade setorial do crédito imobiliário se pronunciou sobre estoques de imóveis que subiram 44% em São Paulo.

    Com o FOMC como catalisador da tarde e uma agenda de balanços relevantes tanto no Brasil quanto no exterior, o mercado doméstico deve operar com cautela ao longo da manhã e aguardar os sinais de Powell para definir direção. A combinação de risco geopolítico elevado, ouro em alta e yields em queda sugere que o apetite por proteção segue elevado, e qualquer surpresa no tom do Fed pode amplificar a volatilidade nos ativos locais.

  • Ibovespa fecha em alta e supera 176 mil pontos; dólar avança levemente

    Ibovespa fecha em alta e supera 176 mil pontos; dólar avança levemente

    Índice acumula ganho de 0,70% na sessão, com destaque para saúde e educação; telecomunicações lideram as perdas do dia.

    Giro do Mercado | Noite

    Giro do Mercado - BolsaNews

    28/07/2026 às 21h00

    O Ibovespa fechou o pregão em alta, superando a marca dos 176 mil pontos e registrando ganho de aproximadamente 0,70% na sessão. O dólar encerrou com valorização marginal frente ao real. O dia foi marcado por desempenhos divergentes entre setores, com saúde e educação puxando as altas enquanto telecomunicações concentraram as perdas mais expressivas.

    Telecom sob pressão: Vivo e TIM lideram as baixas

    As ações de telecomunicações foram o ponto de maior tensão no Ibovespa nesta sessão. TELEF BRASIL (Vivo) e TIM registraram as quedas mais acentuadas do índice no dia, com recuos de mais de 5% cada. O movimento reflete ajuste técnico e pressão setorial, sem notícia corporativa específica identificada para justificar a magnitude das perdas.

    Ativo Variação Valor
    Ibovespa ▲ 0,70% 176.565
    Dólar ▲ 0,20% 5,126

    Às 21h00 (Horário de Brasília)28/07/2026

    Maiores Altas do Dia (Ibovespa)

    Ativo Variação Valor
    VAMOS (vamo3) ▲ 5,05% 3,330
    HAPVIDA (hapv3) ▲ 4,02% 10,60
    FLEURY (flry3) ▲ 3,21% 17,06
    SUZANO S.A. (suzb3) ▲ 2,94% 43,10
    YDUQS PART (yduq3) ▲ 2,77% 8,160

    Maiores Baixas do Dia (Ibovespa)

    Ativo Variação Valor
    TELEF BRASIL (vivt3) ▼ 6,31% 33,83
    TIM (tims3) ▼ 5,81% 20,25
    SABESP (sbsp3) ▼ 2,08% 28,27
    BRASKEM (brkm5) ▼ 1,97% 5,960
    NATURA (natu3) ▼ 1,77% 8,340

    Saúde e educação impulsionam o índice no fechamento

    HAPVIDA, FLEURY e YDUQS figuraram entre os maiores avanços do Ibovespa na sessão, refletindo apetite por ativos de saúde e educação. VAMOS liderou as altas do índice, com valorização superior a 5%, enquanto SUZANO também avançou de forma relevante, movimento que pode estar associado ao ambiente favorável ao setor de papel e celulose no mercado internacional.

    Petrobras bate recorde de produção no segundo trimestre

    Conforme informou o Valor Econômico, a Petrobras registrou recordes de produção no segundo trimestre do ano. O desempenho operacional robusto da estatal é acompanhado de perto pelo mercado, dado o peso relevante dos papéis da companhia na composição do Ibovespa e seu impacto no desempenho geral do índice.

    MRV capta US$ 139 mi com venda de ativos nos EUA

    Segundo o InfoMoney, a MRV recebeu US$ 139 milhões provenientes da venda de dois ativos nos Estados Unidos. A operação reforça o caixa da companhia e sinaliza continuidade da estratégia de desinvestimento no mercado norte-americano, movimento monitorado pelo mercado diante do ambiente de juros elevados nos EUA.

    Com o fechamento acima dos 176 mil pontos, o Ibovespa encerra o pregão em tom positivo, ainda que o cenário siga sendo de seletividade entre setores. O mercado acompanha o noticiário externo, incluindo desdobramentos da política comercial norte-americana e o ambiente de juros globais, enquanto aguarda novos catalisadores domésticos para as próximas sessões.

    Editorial BolsaNews

  • Ibovespa fecha em alta com alívio do IPCA-15; dólar sobe levemente

    Ibovespa fecha em alta com alívio do IPCA-15; dólar sobe levemente

    Índice avança 0,70% com surpresa positiva da inflação prévia, enquanto juros futuros recuam e petróleo cede quase 4%

    Fechamento de Mercado - BolsaNews

    28/07/2026 às 18h30

    O Ibovespa fechou em alta, de volta ao patamar dos 176 mil pontos, sustentado pela leitura do IPCA-15 abaixo das expectativas, que trouxe alívio às curvas de juros e animou o mercado doméstico. O dólar registrou leve valorização, reflexo da cautela global na véspera da decisão de política monetária do Federal Reserve. O dia foi marcado pelo equilíbrio entre um fator doméstico favorável e a postura defensiva do cenário externo.

    IPCA-15 surpreende e alivia juros futuros

    O principal motor do pregão foi a divulgação do IPCA-15, índice considerado prévia da inflação oficial, com resultado abaixo do consenso de mercado. O dado favoreceu o recuo das taxas nos contratos de juros futuros e deu fôlego à bolsa, com bancos e Petrobras entre os papéis que mais contribuíram para a alta do Ibovespa, conforme reportou o InfoMoney. O mercado interpretou o número como alívio pontual, mas sem encerrar o debate sobre o ritmo da política monetária doméstica.

    Ativo Variação Valor
    Dólar ▲ 0,17% 5,125
    Ibovespa ▲ 0,70% 176.565
    Dow Jones ▲ 1,03% 52.747
    S&P 500 ▲ 0,21% 7.429
    Nasdaq ▼ 0,22% 24.877
    Stoxx 600 ▲ 0,18% 646,89
    FTSE 100 ▲ 0,83% 10.871
    Petróleo Brent ▼ 3,92% 83,76
    Bitcoin ▲ 0,22% 63.837
    T-Note 10 anos (yield) ▼ 0,80% 4,604

    Às 18h30 (Horário de Brasília)28/07/2026

    Petróleo em forte queda pressiona commodities

    O petróleo Brent encerrou o dia com recuo expressivo, superior a 3,5%, movimento que pesou sobre o setor de energia globalmente, mas que, no caso brasileiro, foi parcialmente compensado pelo bom desempenho das ações da Petrobras. Um fator de alívio no radar internacional foi a informação de que o acordo com o Irã não prevê taxas nem pedágios para a passagem pelo Estreito de Ormuz, segundo informou o InfoMoney, reduzindo um vetor de incerteza geopolítica que vinha pressionando os preços do crude.

    TIM e Vivo tombam após balanços do segundo trimestre

    No campo das ações individuais, o destaque negativo ficou com as operadoras de telecomunicações. Segundo o InfoMoney, papéis de TIM e Vivo registraram quedas da ordem de 6% após a divulgação de seus resultados do segundo trimestre, que decepcionaram o mercado. O movimento evidencia como a temporada de balanços pode gerar volatilidade pontual em setores específicos, mesmo em pregões com viés positivo no índice geral.

    Fed no radar e Wall Street opera em direções distintas

    No exterior, as bolsas americanas encerraram o dia sem direção única: Dow Jones e S&P 500 avançaram, enquanto o Nasdaq recuou levemente, em sessão marcada pela cautela antes da próxima decisão do Federal Reserve sobre juros. O yield do Treasury de 10 anos cedeu, acompanhando o tom menos pressionado das taxas longas globais. Na Europa, o Stoxx 600 e o FTSE 100 fecharam em terreno positivo, contribuindo para um ambiente externo razoavelmente construtivo ao longo do dia.

    O pregão deixa como herança um Ibovespa que reagiu positivamente a um dado de inflação favorável, mas o mercado segue cauteloso diante de uma agenda densa à frente. A decisão do Federal Reserve será o principal termômetro para o próximo pregão, com potencial de mover câmbio, juros e bolsa de forma simultânea. A temporada de balanços doméstica também permanece no foco, com novos resultados capazes de provocar movimentos expressivos em papéis específicos.

  • Ibovespa sustenta alta no fim do pregão; telecomunicações pressionam o índice

    Ibovespa sustenta alta no fim do pregão; telecomunicações pressionam o índice

    Telef Brasil e TIM lideram as quedas do dia; crédito imobiliário cresce 23% no semestre, segundo a Abecip

    Giro do Mercado | Tarde

    Giro do Mercado - BolsaNews

    28/07/2026 às 16h20

    O pregão desta tarde chega ao seu trecho final com o Ibovespa sustentando ganhos modestos, em movimento que perdeu parte do fôlego observado pela manhã. A PTAX oficial do dia foi fixada com o dólar em torno de R$ 5,12, estabilidade cambial que reflete um ambiente externo sem grandes choques nesta sessão. Nos Estados Unidos, onde o mercado já opera há mais de cinco horas, a abertura não trouxe catalisadores fortes o suficiente para alterar a dinâmica da bolsa brasileira.

    Telecom derrete e puxa as principais quedas do dia

    O setor de telecomunicações concentra as maiores perdas do Ibovespa nesta sessão, com Telef Brasil e TIM operando em queda expressiva e figurando no topo das baixas do índice. O movimento ocorre sem um catalisador setorial único e claro divulgado até o momento, mas reflete um realinhamento de posições em papéis que acumulavam desempenho relevante nas últimas semanas. A pressão sobre o setor contribui para limitar os ganhos do índice mesmo com outras ações em alta.

    Ativo Variação Valor
    Ibovespa ▲ 0,55% 176.403
    Dólar ▲ 0,04% 5,118

    Às 16h20 (Horário de Brasília)28/07/2026

    Maiores Altas do Dia (Ibovespa)

    Ativo Variação Valor
    VAMOS (vamo3) ▲ 5,38% 3,330
    MARFRIG (mbrf3) ▲ 4,36% 16,53
    HAPVIDA (hapv3) ▲ 3,22% 10,57
    FLEURY (flry3) ▲ 2,85% 16,99
    SUZANO S.A. (suzb3) ▲ 2,65% 42,95

    Maiores Baixas do Dia (Ibovespa)

    Ativo Variação Valor
    TELEF BRASIL (vivt3) ▼ 5,93% 33,93
    TIM (tims3) ▼ 5,41% 20,10
    SID NACIONAL (csna3) ▼ 2,64% 5,540
    SABESP (sbsp3) ▼ 2,11% 28,26
    SLC AGRICOLA (slce3) ▼ 1,78% 13,21

    Logística e frigoríficos impulsionam as altas da sessão

    No campo positivo, VAMOS e MARFRIG lideram as altas do Ibovespa no período, acompanhadas por HAPVIDA, FLEURY e SUZANO. O movimento mostra uma dispersão setorial relevante na sessão, com papéis ligados a logística, saúde e proteína animal captando fluxo comprador enquanto telecomunicações recuam. A dinâmica sugere rotação dentro do próprio índice, mais do que uma tendência direcional ampla para a bolsa.

    Crédito imobiliário aquece e Abecip revê projeções para 2026

    Conforme informou o InfoMoney, o crédito imobiliário cresceu 23% no primeiro semestre, desempenho que levou a Abecip a rever suas previsões para 2026. O dado reforça o aquecimento do mercado de financiamento habitacional no país, movimento com potencial de impacto em papéis do setor financeiro e de construção civil listados na bolsa. O contexto de juros ainda elevados torna o crescimento do crédito imobiliário um ponto de atenção para o desempenho das carteiras de instituições financeiras.

    Morgan Stanley vê correção em IA como oportunidade para ações brasileiras

    Segundo o InfoMoney, o Morgan Stanley avalia que a correção recente no segmento de inteligência artificial representa uma oportunidade e nessa tese entram ações do Brasil. O raciocínio aponta para um possível redirecionamento de fluxo internacional para mercados emergentes com fundamentos sólidos, o que pode beneficiar papéis da bolsa brasileira em caso de realocação de portfólios globais. O movimento ainda não se traduziu em alta generalizada do Ibovespa nesta sessão, mas é monitorado como vetor de médio prazo.

    O Ibovespa encaminha o fim do pregão com alta contida, enquanto o dólar fecha a sessão próximo à estabilidade após a fixação da PTAX. A agenda de amanhã deve trazer novos dados econômicos domésticos, incluindo indicadores de inflação no radar, o que tende a manter o mercado atento à dinâmica de juros e câmbio nas próximas horas.

    Editorial BolsaNews